Dicionário goianês
Pessoal, achei esse link aqui no site do Christian.Gump.
Muito bom. Vale a pena ler…
http://www.christiangump.net/guia-gump-de-cidades/dicionrio-goians/
Manuais
Como tem algumas pessoas me pedindo o manual do php vai aí o download dele e também do mysql. Os dois no formato chm que é bem tranquilo para pesquisar.
FLISOL 2008. Como foi?
Pois é. No meu ponto de vista o evento foi um sucesso. Gostei de ver a galera de Goiânia marcando presença. Principalmente de novos usuários. De pessoas que chegaram lá perdidas, sem saber nem o que era o evento e quando conversei com elas no final já tinham entendido, gostado e, principalmente, dizendo que tornarão usuárias de software livre e ajudarão a divulgá-lo. Muito legal isso.
Só uma coisa que não gostei: como fiquei no hacklab do GOPHP não teve como eu participar de algumas palestras como a da Cristiane (primeira mulher a palestrar no FLISOL-GO).
Mas o que leva um bando de estudantes do primeiro ano de ciências da computação sair de Goiânia, pegar ônibus por 30 horas, gastar uma boa grana e ir ao FISL e quando tem um evento de software livre na sua cidade, que é gratuíto, não comparecer? Acho que a resposta é: num tô nem aí pro tal do SL, só quero é fazer farra!
Poxa, custava essas pessoas comparecerem ao evento e dar uma força? Acho que dessa turma aí que falei que foi ao FISL só uma ou duas pessoas foram no FLISOL-GO.
No mais foi um sucesso.
E o wifi funcionou que foi uma beleza!
Seleção natural
Só pra num passar em branco. O que leva uma pessoa a decolar pendurado em balões, com o dia chuvoso, ou seja, ventos fortes e sem saber usar o gps (pelo menos um recado que ele deixou ele perguntou como que usava) que levava contigo?
Pois é. O tal padre lá do sul do Brasil fez isso. Agora está desaparecido dando trabalho para os outros. Tudo isso só porque queria aparecer.
Mas a seleção natural não perdoa. Basta um besta dar chance que ela o elimina!
FLISOL 2008

Bem, chegou o dia. FLISOL 2008 vai realizar-se neste próximo sábado, dia 26/04/2008. Aqui em Goiânia o evento acontecerá na Faculdade de Tecnologia do SENAC.
O que é o FLISOL? É o Festival Latino-americano de Instalação de Software Livre. Se você ainda não conseguiu instalar o linux, não teve coragem, etc, aparece lá, leve sua máquina desktop ou laptop que o pessoal instala pra você.
Mas não é só isso. Tem também palestras, mini-cursos, hacklabs, oficinas e muita gente boa. rsrsrs.
Estarei lá desde a abertura até o final. Eu estarei no hacklab do GOPHP (Grupo de Desenvolvedores de PHP de Goiás).
Mais informações no site do evento: http://flisol.aslgo.org.br/2008/
Então contamos com a presença de todos.
O que dá deixar crianças trabalhar com desenvolvimento
Tava lendo no MeioBit uma intriga de programadores que ajudam a desenvolver o Debian. Vale dar uma olhada.
http://www.meiobit.com/opensource/manhe-o-debian-est-me-xingando
FISL 9.0 - EU FUI
Pois é. O FISL 9.0 acabou e já está deixando saudades. Foi minha primeira vez. Gostei muito.
Prós
1 - Networking. Isso pra mim foi o melhor. Fiz contato com gente da Suíça, de Uberlândia, São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Manaus, Brasília, Espírito Santo e Paraná.
2 - Conhecimento adquirido. Outro ponto muito bom. Mas tudo superficial e agora é ir pro oráculo e pesquisar, pesquisar, pesquisar…
3 - O ambiente. No área de palestras ar-condicionado bom. Nas salas som bom, telão idem. PCs funcionando (hehehe também tavam rodando o ubuntu).
4 - Consegui ver a palestra de encerramento com o Jon Maddog. Tirei até foto com ele! Vi também a do Rasmus, uma do Pablo e uma outra muito boa do Marcélio. Esses três últimos do php. (fim da tietagem)
5 - Vi também palestras sobre assuntos que não domino mas tenho curiosidade: Ruby On Rails, redes, admin, Java, etc.
Pra mim só tem 3 coisas que possa melhorar:
1- a questão da fila na hora de pegar o crachá no primeiro dia (aliás, não é só no FISL mas em todos os eventos que tem crachá). Eu fiquei mais de duas horas na fila e no sol.
2- a porcaria da conexão wifi. Eu só conseguia me conectar em um lugar específico e não tinha suporte a nada. Ou seja no chão mesmo. Isso não tem problema quando é próximo do local das palestras.(existe promessa de que no próximo isso será resolvido)
3- essa é mais sugestão: além das palestras que foram ótimas ter também oficinas pois em 50 min de palestras não dá para se aprofundar em nada. Então poderia ter umas oficinas de uma tarde ou uma manhã para demonstrações mais aprofundadas.
Questão de educação
Opa. Não conhecia Porto Alegre. Gostei da cidade, tem uma arquitetura bonita e tal.
Mas o que quero falar é: como o povo é educado. Tirando os moradores de rua do centro da cidade (que não são poucos) o povo em geral é muitooooo educado.
Em Goiânia quando para um ônibus vira um tumuldo em volta da porta de entrada. Aí os deficientes físicos e idosos literalmente dançam.
Lá em Porto Alegre pode ter 500 pessoas para entrar no ônibus que quando ele chega e para no ponto, ele estaciona (isso mesmo, dá marcha ré até ficar no lugar certinho). Os passageiros fazem fila indiana e se tem idoso ou deficiente eles tem toda a preferência.
Com certeza deve ter os imbecis que furam as filas (afinal brasileiro não desiste nunca). Mas pelo menos eu não vi isso.
Acredito que isso é uma questão de educação de um povo, de cultura, sei lá. Só sei que foi muito bom ver isso e queria ver isso muito mais vezes.
postado do aeroporto de Guarulhos em São Paulo.
A arte de lidar com pessoas
Não sei se é do Max Gehringer mesmo. Mas vale a pena ler.
” Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso surpreende muita gente. Figuras sem um vistoso currículo acadêmico, sem um grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal.
Figuras como o Raul.
Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um colega de classe, o Pena, que era um gênio.
Na hora de fazer um trabalho em grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo sozinho.
Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e ainda desenhava a capa do trabalho - com tinta nanquim. Já o Raul nem dava palpite. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só, apoiar o Pena. Qualquer coisa que o Pena precisasse, o Raul já estava providenciando, antes que o Pena concluísse a frase.
Deu no que deu.
O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma. E o resto de nós passou meio na carona do Pena - que, além de nos dar uma colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas provas.
No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de ‘paradigma do estudante que enobrece esta instituição de ensino’. E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo.
Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma multinacional. Brilhante como sempre, ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos. E quem era o chefe do Pena? O Raul.
E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição? Ninguém na empresa sabia explicar direito. O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele, e ninguém ali parecia discordar de tal afirmação. Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele apoiava.
Alguém tinha um problema? Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito. Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para Miami, onde fica a sede da empresa. Quando conversou comigo, o Raul disse que havia ficado surpreso com o convite.
Porque, ali na matriz, o mais burrinho já tinha sido astronauta. E eu perguntei ao Raul qual era a função dele. Pergunta inócua, porque eu já sabia a resposta. O Raul apoiava, direcionava daqui, facilitava dali, essas coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami para fazer.
Foi quando, num evento em São Paulo, eu conheci o Vice-presidente de Recursos Humanos da empresa do Raul. E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável… ele entendia de gente.
Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor, e fossem mais produtivos. E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima:
‘Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo’.
Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar as relações entre as pessoas. Perto do Raul, todo comprador normal se sentia um expert, e todo pintor comum, um gênio.’
‘Há grandes Homens que fazem com que todos se sintam pequenos. Mas, o verdadeiro Grande Homem é aquele que faz com que todos se sintam Grandes.’ ”
Max Gehringer