geek gyn

Jul20th

FISL 10

Pois é. Um atraso considerável. Mas este explica-se pois estava de férias e férias é período de procastinação total. Nem atualizar blog eu fui capaz de fazer.

Então, organizei a caravana de Goiás a qual denominamos Arroz com Pequi. No começo, 40 pessoas animadas em ir de ônibus. Várias desistiram no meio do caminho e o avião tornou-se mais barato e muito mais prático. Ao invés de 36 horas de viagem, 2h e 40m, pois pegamos uma pequena tempestade e fiz o pior pouso até hoje. Espero não ter outro assim nunca mais.

Total de inscritos com o código da caravana: 31 pessoas. Total que foi com a caravana: 16. Fazer o que né. Final de semestre, muita gente fazendo prova final de semestre, patrão que não libera, então entendo bem.

Eu não gostei muito do FISL 10. Achei o conteúdo voltado à desenvolvedores muito fraco e escasso. Assisti poucas palestras.

Mas o que mais me incomodou foi o nosso luisinacio. Ele foi lá. Fecharam a metade do pavilhão da PUC por questão de segurança, já que ele queria conhecer os stands. Agora imagine um local em que 6000 pessoas (segundo a organização) se expremiam reduzido a metade durante o dia todo? Então foi um caos. Mas aproveitei que a namorada foi comigo e fomos ‘turistar’ por Porto Alegre. Valeu a pena. Ano passado fiquei somente por conta do evento e não conheci a cidade durante o dia.

Outra coisa. Como a namorada foi mais pra passear, ela não gosta de TI e ano passado tinha várias pessoas sem crachá, então não fiz sua inscrição. Eis que chego lá, pego meu crachá e quando vamos entrar ela é barrada. Ok. Pego o material e saio com ela para procurar realizar sua inscrição. Depois de muito papo ela me convenceu a não fazer a sua inscrição e que ela me aguardaria um pouco para que eu pudesse visitar os stands e encontrar a galera.

Então no outro dia, várias pessoas sem crachá. Então tentamos e ela entrou. Sem problema nenhum. Agora você imagine se pago R$ 200,00 para ela poder entrar? Euiaficarputomano.

Balanço final: valeu muito a pena, mesmo que para mim o conteúdo não tenha sido muito interessante, conheci pessoas que só tenho contato on-line, conheci pessoas que nunca tinha visto na vida e turistei muito.

Wilker, Mari, Vale e eu

Wilker, Mari, Vale e eu

Fomos até Gramado no último dia. Eu, patroa, Roberto (Boa Vista-RR) e Lívia (Salvador-BA). Lá pegamos um frio básico de 11° ao meio-dia e 2° as 21h. E eu, com meu agasalho de frio do cerrado tive que comprar luvas. Mas foi só tomar um chocolate quente que o corpo voltou a normal.

No lago negro em Gramado. Muito frio.

No lago negro em Gramado. Muito frio.

Não podia deixar de comentar. Ligamos meu note com tv-digital no LCD do stande do UOL e muitas pessoas apareceram pra assistir. Então a organização do FISL foi lá pedir para desligar. #fail. Não desligamos e assistimos o jogo inteiro. ;)

jogo da seleção brasileira

jogo da seleção brasileira

PHPinga

PHPinga

Os integrantes da foto podem ser vistos aqui.

Nov4th

blog off

Pois bem. Esses dias que o blog ficou off foi pro falta de pagamento. Venceu o plano de hospedagem e como tava sem tempo e sem ânimo para continuar fui deixando. Mas (sempre tem um mas) deu vontade de deixar ele por aí, afinal já consegui dois trabalhos através dele. Então vamos ficando aí.

Sep22nd

Novidades

Este blog nunca foi tão esquecido. Também trabalhando pra caramba. Brinquedinhos novos. Ele ficou em segundo plano.

Pois bem, comprei um adaptador de tv digital usb. Pra que? Aqui na roça só tem um canal (globo) que é digital. Mas mesmo assim quis comprar. Pra ver, matar a curiosidade e também saiu por 129,00.:)

E aí, o trem presta? Bem, a imagem é limpa. Pronto, só isso. Como a resolução é baixa se você maximizar, a imagem vai ficar granulada. Sem graçaaaa. Mas pelo menos agora consigo assistir as corridas de fórmula 1 aos domingos, pois a globo aqui em casa (sinal analógico) tem mais fantasma que cemitério. E também aos jornais na hora do almoço, já que fico no trabalho atoa nesse horário.

3G. Até que enfim a claro liberou o 3G aqui em na roça Goiânia. A BrasilTelecom (brt) já tinha o serviço há uns 2 meses, mas como já sei da qualidade do serviço deles (tanto adsl quanto celular, mas agora tem portabilidade numérica tmb!) preferi não arriscar. Já era cliente 2G e migrei pra um plano 3G de 500kbps pelo mesmo preço. O modem eu já tinha. Por enquanto tá legal, a conexão tem ficado por volta de 800kbps o que é melhor do que os 2mb da brt.

Jun23rd

Últimas aquisições

Comprei dois dvds:

Scorpions: Moment of Glory

The Doors - Edição Comemorativa de 30 Anos

O primeiro é do Scorpions com a participação da Orquestra Filarmônica de Berlim. Até hoje somente este show e o do Metallica ficaram bons com orquestras. Sou suspeito pra falar pois gosto muito de Scorpions. Inclusive vai ter um show deles aqui em Goiânia dia 31 de agosto e lógico que já comprei o ingresso. rsrsrs

O segundo são 3 shows em um único dvd. Muito bom. Jim Morrison se supera!!!!

Pra quem gosta recomendo e muito os dois dvds.

Apr29th

Dicionário goianês

Pessoal, achei esse link aqui no site do Christian.Gump.

Muito bom. Vale a pena ler…

http://www.christiangump.net/guia-gump-de-cidades/dicionrio-goians/

Apr21st

FISL 9.0 - EU FUI

Pois é. O FISL 9.0 acabou e já está deixando saudades. Foi minha primeira vez. Gostei muito.

Prós

1 - Networking. Isso pra mim foi o melhor. Fiz contato com gente da Suíça, de Uberlândia, São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Manaus, Brasília, Espírito Santo e Paraná.

2 - Conhecimento adquirido. Outro ponto muito bom. Mas tudo superficial e agora é ir pro oráculo e pesquisar, pesquisar, pesquisar…

3 - O ambiente. No área de palestras ar-condicionado bom. Nas salas som bom, telão idem. PCs funcionando (hehehe também tavam rodando o ubuntu).

4 - Consegui ver a palestra de encerramento com o Jon Maddog. Tirei até foto com ele! Vi também a do Rasmus, uma do Pablo e uma outra muito boa do Marcélio. Esses três últimos do php. (fim da tietagem)

Eu com Jon Maddog

5 - Vi também palestras sobre assuntos que não domino mas tenho curiosidade: Ruby On Rails, redes, admin, Java, etc.

Pra mim só tem 3 coisas que possa melhorar:

1- a questão da fila na hora de pegar o crachá no primeiro dia (aliás, não é só no FISL mas em todos os eventos que tem crachá). Eu fiquei mais de duas horas na fila e no sol.
2- a porcaria da conexão wifi. Eu só conseguia me conectar em um lugar específico e não tinha suporte a nada. Ou seja no chão mesmo. Isso não tem problema quando é próximo do local das palestras.(existe promessa de que no próximo isso será resolvido)

3- essa é mais sugestão: além das palestras que foram ótimas ter também oficinas pois em 50 min de palestras não dá para se aprofundar em nada. Então poderia ter umas oficinas de uma tarde ou uma manhã para demonstrações mais aprofundadas.

Apr20th

Questão de educação

Opa. Não conhecia Porto Alegre. Gostei da cidade, tem uma arquitetura bonita e tal.

Mas o que quero falar é: como o povo é educado. Tirando os moradores de rua do centro da cidade (que não são poucos) o povo em geral é muitooooo educado.

Em Goiânia quando para um ônibus vira um tumuldo em volta da porta de entrada. Aí os deficientes físicos e idosos literalmente dançam.

Lá em Porto Alegre pode ter 500 pessoas para entrar no ônibus que quando ele chega e para no ponto, ele estaciona (isso mesmo, dá marcha ré até ficar no lugar certinho). Os passageiros fazem fila indiana e se tem idoso ou deficiente eles tem toda a preferência.

Com certeza deve ter os imbecis que furam as filas (afinal brasileiro não desiste nunca). Mas pelo menos eu não vi isso.

Acredito que isso é uma questão de educação de um povo, de cultura, sei lá. Só sei que foi muito bom ver isso e queria ver isso muito mais vezes.

postado do aeroporto de Guarulhos em São Paulo.

Apr15th

A arte de lidar com pessoas

Não sei se é do  Max Gehringer mesmo. Mas vale a pena ler.

” Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso surpreende muita gente. Figuras sem um vistoso currículo acadêmico, sem um grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal.

Figuras como o Raul.

Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um colega de classe, o Pena, que era um gênio.

Na hora de fazer um trabalho em grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo sozinho.

Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e ainda desenhava a capa do trabalho - com tinta nanquim. Já o Raul nem dava palpite. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só, apoiar o Pena. Qualquer coisa que o Pena precisasse, o Raul já estava providenciando, antes que o Pena concluísse a frase.

Deu no que deu.

O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma. E o resto de nós passou meio na carona do Pena - que, além de nos dar uma colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas provas.

No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de ‘paradigma do estudante que enobrece esta instituição de ensino’. E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo.

Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma multinacional. Brilhante como sempre, ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos. E quem era o chefe do Pena? O Raul.

E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição? Ninguém na empresa sabia explicar direito. O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele, e ninguém ali parecia discordar de tal afirmação. Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele apoiava.

Alguém tinha um problema? Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito. Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para Miami, onde fica a sede da empresa. Quando conversou comigo, o Raul disse que havia ficado surpreso com o convite.

Porque, ali na matriz, o mais burrinho já tinha sido astronauta. E eu perguntei ao Raul qual era a função dele. Pergunta inócua, porque eu já sabia a resposta. O Raul apoiava, direcionava daqui, facilitava dali, essas coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami para fazer.
Foi quando, num evento em São Paulo, eu conheci o Vice-presidente de Recursos Humanos da empresa do Raul. E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável… ele entendia de gente.

Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor, e fossem mais produtivos. E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima:

‘Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo’.

Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar as relações entre as pessoas. Perto do Raul, todo comprador normal se sentia um expert, e todo pintor comum, um gênio.’

‘Há grandes Homens que fazem com que todos se sintam pequenos. Mas, o verdadeiro Grande Homem é aquele que faz com que todos se sintam Grandes.’ ”

Max Gehringer

Apr2nd

fisl 9.0

Pois é. Passagem compra, inscrição devidamente efetuada. Só falta o hotel. Mas ô cidade de hoteis caros.. hehehe

Bem agora faltam 15 dias para esperado evento. A expectativa é grande. Vamos ver no que vai dar.

Mar24th

Trabalhar no google

Opa. Domingão, nada pra fazer. Aí fico no oráculo procurando coisas interessantes (escritórios modernos e legais) até que me deparo com alguns blogs.

Um deles de um cara que me parece desesperado para trabalhar no Google. Fez um site só pra isso. Não tenho nada contra, mas muito menos a favor. Aliás, acho que todo mundo acha que trabalhar no google é o ápice da carreira.

Sei lá. Também tenho vontade de trabalhar lá. Parece ser muito legal. Tem refri, pebolim, puff, etc. Eles decoram sua mesa pra você. Mas acho que o melhor jeito de chegar lá é mostrando competência e aparecendo de um jeito menos desesperado.

Aí me deparo com um vídeo falando de como é trabalhar no Google Brasil. Quem não tem vontade de trabalhar num lugar desses? (vídeo abaixo) Acho que todos em sã conciência tem essa vontade. Mas ao invés de todos quererem trabalhar lá, porque não começar a pedir implorar para o gerente de ti, chefe ou afim implementar, pelo menos um pouco, um ambiente parecido?

Eu tenho minha mesa decorada do jeito que eu quero (leia-se, bagunçada ao extremo). Me visto do jeito que eu quero com minhas camisetas com taglines. Vou de tenis e calça jeans. Uso boné. Lógico que num vou de chinelos ou de bermuda (exceto nos finais de semana e a noite). Tenho liberdade de horários, mas devido lidar com usuários (num gosto, mas tenho que fazer isso) tenho que trabalhar mais nos horários normais. E acho que só não temos puff porque é um órgão do Governo Federal e tudo depende de autorizações e/ou licitações, além do que não seria legal fazer uma licitação para comprar puff para a área de desenvolvimento de software de um órgão do Governo Federal.

Eu assumo: gosto muito de trabalhar lá, apesar de o salário não ser a última batatinha do pacote. Temos uma ótima infra-estrutura (rede interna em fibra ótica, estamos na rede da RNP, últimos modelos de switches, dois servidores parrudos comprados recentemente, estações de trabalho core 2 duo, etc.). Só falta monitores maiores e de LCD.

Esse é o meu pitaco.

postado via EDGE / Claro.

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